Teresina| Menino de 4 anos recebe vacina contra o HPV em vez de vacina da gripe

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Foto: Reprodução.

Uma criança de quatro anos recebeu a vacina contra o HPV quando a família procurou o posto de saúde da Vila da Paz, Zona Sul de Teresina, para imunizá-lo contra a gripe, no início da semana. A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que o profissional responsável pela aplicação acabou trocando as duas vacinas.

O menino teve reações leves, segundo a FMS, e está sendo monitorado. A informação é de que o caso aconteceu no início da semana e que a família ficou bastante preocupada. De acordo com a mãe da criança, a atendente comercial, Martha Barbosa, a falha foi percebida no momento da aplicação da vacina.

Mãe do menino contou que erro foi constatado no momento da aplicação da vacina (Foto: Foto: José Marcelo/G1).

“A gente descobriu na mesma hora que a vacina foi aplicada. Eu fiquei dessesperada. Passei sexta, sábado e domingo indo ao hospital. Borraram o cartão da vacina e não quiseram botar que foi dada a vacina para HPV”, contou Marta Barbosa acrescentando que a anotação correta foi realizada somente nesta sexta-feira (4).

A campanha contra a gripe iniciou no dia 23 de abril em todo o país. Na capital piauiense, há sete casos confirmados de H1N1 e a procura tem sido intensa nos postos de saúde.

Mãe do menino mostrou cartão de vacinação com rasura e anotação de vacina para HPV. (Foto: Foto: José Marcelo/G1).

Desde 2017, o Ministério da Saúde adotou a vacina quadrivalente, que protege contra o HPV de baixo risco e de alto risco. A população-alvo prioritária da vacina HPV é a de meninas na faixa etária de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. O Ministério afirma que a vacina é segura e os eventos adversos pós-vacinação, quando presentes, são leves e autolimitados. Eventos adversos graves são considerados muito raros.

Confira a nota na íntegra:

A Fundação Municipal de Saúde informa que o caso acontecido com a criança que recebeu a vacina de HPV no lugar de gripe por falha humana já está sendo apurado para que sejam tomadas as devidas providências. A Diretoria de Vigilância em Saúde está monitorando a criança e informa que ela não sofrerá nenhum prejuízo, pois não há nenhum registro na literatura médica de reações adversas à vacina em casos como este.

Fonte: G1.

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