Justiça determina retirada de famílias que invadiram residencial em Picos

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Residencial Luíza Gomes de Medeiros| Foto: Reprodução

A Caixa Econômica Federal entrou com duas ações de reintegração de posse contra 32 famílias que invadiram o Residencial Luíza Gomes de Medeiros, também conhecido como Morada Nova.

À princípio, a ação determinava a saída de 22 famílias do residencial por conta dos riscos na estrutura física. As casas foram condenadas e corriam o risco de desabarem.

A coordenadora de Habitação e Urbanismo de Picos, Cláudia Mônica, falou que, após uma determinação do Ministério Público, para que essas 22 unidades fossem desocupadas, ocorreu a invasão destas e de mais 10 casas, totalizando 32 imóveis invadidos.

Cláudia Monica Sousa |Foto: Fabrício Sousa

“Nesse meio termo de ação judicial, de transferência ou não, houve a invasão dessas 22 unidades e também mais 10 unidades que foram desocupadas, as pessoas receberam o empreendimento e não se adaptaram e aí desistiram. Com a quebra de contrato, esses apartamentos retornaram a Caixa Econômica”, contou a coordenadora.

As famílias que invadiram o residencial foram notificadas na segunda-feira (02) e foi dado a elas o prazo de 48 horas para saírem do local. Nesta manhã (05), representantes do banco responsável pelo empreendimento, estiveram no local para averiguar se a determinação foi cumprida. O próximo passo, segundo a coordenadora, é a ação de retirada.

Cláudia Mônica esclarece que a Prefeitura de Picos não é responsável pelo pedido de retirada das famílias invasoras das casas.

“E a gente deixa claro é que essa ação não é da Coordenação de Habitação, não é da prefeitura, nós não somos responsáveis por essa ação, a prefeitura em nenhum momento solicitou a retirada de nenhuma família. O papel da coordenação é apresentar a demanda”, concluiu Cláudia Mônica.  

Fonte: Grande Picos.

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